terça-feira, 26 de janeiro de 2016

12 destinos de carnaval para todos os gostos

 
Uma das metas da minha vida é conhecer a maior quantidade de grandes festas do mundo. Festivais de música, eventos esportivos, premiações, natais, carnavais... Sou o tipo de pessoa que quer conhecer de tudo.  Quero conhecer o mundo inteirinho.

O feriado de Momo é perfeito para viajar. Seja para perto ou longe, em quatro dias dá para fazer muita coisa. Às vezes dá até para emendar com as férias. Foi por isso que vim trazer a vocês várias dicas de destinos para a época. Tem para todo mundo viu? Para quem quer curtir os clichês, as festas alternativas, o carnaval pelo mundo e até para quem só quer sombra e água fresca. Não tem desculpa para ficar em casa.


Dessas opções aí, não tem uma sequer que eu não queira ir, algumas são até metas obrigatórias de coisas para se fazer antes de morrer. Acho incrível a forma única que cada lugar arruma de comemorar a data. Os chatos que me perdoem, mas essa folia é cultura pura. Discordem se quiserem.

Vai logo começando a encher o cofrinho porque depois desse post aposto que você não vai querer ficar em casa em 2017!


Florianópolis
Ainda não superei o fato de ter passado por Santa Catarina duas vezes e não ter ido para Floripa, mas tudo bem. A Ilha da Magia tem festa o ano inteiro, e o carnaval não fica de fora. Lá, dá para encontrar opções de todos os ritmos de carnaval, blocos de rua e festas em clubes. Sem falar das festas a beira mar e as várias opções alternativas em casas noturnas. Para relaxar, o que não falta lá são praias lindas. 

Ouro Preto
Fui a Ouro Preto lá no verão de 2008 e me apaixonei. As igrejas, museus, as ruas, o climão universitário... É legal porque é ao mesmo tempo é uma cidade antiga e muito jovem. Minha paixão por Minas Gerais começou aí. Ouro Preto tem um carnaval famoso pelas festas nas repúblicas e na rua. É farra everywhere. Li alguns relatos de que lá é bem bagaceira mesmo. Mas quer saber? Se você é jovem, está na vibe, e é sem frescura, vale a pena se hospedar numa república e viver a experiência. Um dia eu vou, anotem aí.

Porto Seguro
Já passei dois carnavais por lá e foi maravilhoso até para mim, que era criança na época. Também fui para lá ano passado, mas foi em outra época. Porto é o tipo de lugar que tem farra sempre. O bacana de lá, é ser uma alternativa a Salvador. Lá rola muito axé, e a maioria dos cantores que cantam na capital também passam em Porto. Acredito que seja mais barato também.


Gramado
Quer aproveitar o feriado para relaxar? Também não faltam opções. A Serra Gaúcha é uma delícia. Já fui na época de fim de ano e me apaixonei! Lá, além de passear nas ruas lindas e aconchegantes de Gramado, dá para visitar museus, comer em lugares gostosos, e até esquiar. O clima é bem europeu mesmo, parece até uma cidade de boneca. Saudades. Ah, e se tiver um boy aí, é um ótimo passeio romântico, viu?

Bonito
Tenho muita vontade de conhecer Bonito, Mato Grosso. Só o nome já diz tudo né? Só vejo fotos lindas de lá, parece o paraíso. O lugar é pura natureza; mata, cachoeiras, lagoa com jeitão de praia, rio, animais, grutas... É de encher os olhos e a alma, afinal, não tem como não sair renovado de um lugar desses. Além das várias opções de esportes de aventura, para animar um pouquinho.

Maceió
Não tinha como não fazer propaganda da minha terrinha. Para a tristeza dos locais que gostam de folia e a alegria dos turistas que querem sossego, Maceió não tem carnaval, os moradores daqui normalmente vão para casas de praia nos arredores, onde realmente tem farra. Sad but true. Por outro lado, temos praias incríveis, tanto na cidade quanto nos arredores. Eu iria amar me hospedar ali em Pajuçara e passar o dia num stand up paddle, dá até para ir para as piscinas naturais remando. A noite na orla é agradável, barzinhos legais e comida deliciosa. Se estiver lá no domingo, não deixe de dar uma passadinha na rua fechada, dá para alugar bicicletas, patins e long boards para um passeio e vez ou outra tem programações culturais. Mas se ainda assim quiser curtir um carnaval por aqui, é só chegar um fim de semana antes. Os locais amam as prévias. Na sexta a noite, frevo a noite inteira no bairro histórico de Jaraguá. No sábado de dia, mais frevo e axé a beira mar com os tradicionais blocos da Rolinha, Pecinhas e Pinto da Madrugada. 


Quebec
Tá pensando que carnaval é só festa de brasileiro? Nananinanão. Com o dólar do jeito que está, ir para o exterior está muito difícil. Sonhar, pelo menos, ainda é de graça. Já pensou em largar a folia daqui em troca de uma festa na neve? Como no hemisfério norte é inverno, os canadenses comemoram a data como um verdadeiro festival com concertos musicais, esculturas de neve, esportes, e até com palácio de gelo! Let it go. A comemoração é bem diferente da brasileira e mesmo com temperaturas negativas, atrai milhares de visitantes do mundo inteiro.

New Orleans
Aposto que vocês já devem ter ouvido falar do Mardi Gras (Terça-feira gorda) de Nova Orleans  - e seus peitos. É, lá existe uma tradição de mostrar os seios em troca de colares de contas. Não sei muito o que pensar a respeito, tenho muita curiosidade para saber como é essa loucura na real. De qualquer forma, o Mardi Gras é uma festa cheia de simbologias e significados, trazida pelos franceses aos Estados Unidos. Algumas coisas até se parecem com o nosso carnaval, gente mascarada, desfiles com carros alegóricos, figurinos excêntricos... E farra pesada, claro!
 
Santo Domingo 
Já imaginou passar o feriado no Caribe? Que sonho. O carnaval dominicano é um verdadeiro espetáculo de cultural. As celebrações populares contam com personagens para lá de coloridos. Mas os mais apreciados são os demônios espectadores que perseguem as pessoas que se aventuram em seu caminho, essa brincadeira é uma tradição por lá. Também existem outras opções incríveis em terras americanas, como na Colômbia, Porto Rico, Cuba e até Haiti. 



Salvador
Seja na pipoca ou no camarote, o carnaval de Salvador exala calor humano. Tenho muita vontade de ir. Não é para todo mundo não, é muita gente meeesmo. Os camarotes e blocos são bem caros, mas fazendo um esforcinho, dá para ir e curtir a experiência. A dica aqui é, além de correr atrás do trio de Ivete e Claudinha no circuito Osmar, arrumar um tempinho na agenda para um programa alternativo. Conheça o carnaval do Pelourinho e dê uma passadinha no circuito Dodô. E quanto à segurança, relaxa. Leve só um pouco de dinheiro e sua dignidade para a rua, o resto, deixa no hotel e vai dar tudo certo.

Recife e Olinda
Amo frevo mas se tem um carnaval que eu tenho certeza que não iria gostar é o de Recife e Olinda? Por que? Imagina passar os quatro dias inteiros ouvindo só frevo? Haha. Que seja, admiro muito a festa pernambucana e também quero muito ir lá algum dia, quem sabe eu não esteja enganada? O Galo da Madrugada é um ícone, não dá para perder. O mais bacana de Recife e Olinda é que as festas são super democráticas, total free. E todo mundo se mistura e vira aquela bagaceira que a gente adora - bom, eu gosto. Também tem opções alternativas de música tradicional e manifestações culturais africanas. Muito bacana.
Rio de Janeiro
Pensou em Brasil, pensou em samba, carnaval, Rio de Janeiro! É o que qualquer gringo diria. Amo assistir os desfiles das escolas de samba pela TV. E mesmo sabendo que não dá para ver todos os detalhes lá da Sapucaí, cá para nós, a emoção é outra. Quem sabe um dia eu não viro famosa e sou até chamada para um camarote badalado, ou melhor, desfilo? Já pensou ser rainha de bateria? Ou até mesmo o enredo? Ah, como é bom sonhar, hahaha. Mas é claro que o carnaval do Rio vai muito além do sambódromo. Os blocos de rua garantem a folia de locais e turistas, e o melhor, de graça. Sem falar das praias - não tão quentes quanto as do nordeste </3 -, museus, monumentos e diversas outras atrações culturais da cidade maravilhosa. Inclusive, tô louca para voltar para lá e finalmente conhecê-la de verdade.

Gostaram das dicas? Quais vocês gostariam de ir? Alguém já visitou esses carnavais? Me contem!

sábado, 23 de janeiro de 2016

Viagem: Porto Seguro


É verão, pessoal! Tempo de piscina, balada, praia, beijar na boca... Ok, eu não estou fazendo metade disso aí no meu verão. No entanto, pelo menos vim trazer para vocês um post sobre uma cidade bem ensolarada lá do sul da Bahia que todo mundo conhece bem, Porto Seguro!

Seja por ser onde o Brasil foi descoberto ou pelas famosas viagens de formatura, tenho certeza que você já ouviu falar de Porto. Passei uns dias lá ano passado depois de mais de dez anos. É, estou velha mesmo. Quando eu tinha uns quatro, cinco anos, passei dois carnavais lá e foi muito legal. É claro que não aprovei muito mais que as praias e piscinas, e era por isso que eu queria voltar mais velha para aproveitar mais. Quer dizer, quero refazer todas as minhas viagens depois dos dezoito. Por motivos óbvios.

 

Ai que delícia pegar a estrada mais uma vez! Desta, foi pertinho, pelo menos para os meus padrões, haha. A diferença é que o carro estava super apertado com mais uma viajante, minha prima Heloísa (alguém aí lembra dela?). Ainda paramos em Estância,  Sergipe, para dormir e chegamos em Porto no outro dia de tardezinha. Bom, foi bem tranquilo e divertido.

Nos hospedamos no Apart Hotel Chayone, o mesmo da segunda vez que fomos para lá. Gosto muito de ficar nesses lugares com mais cara de "casa", principalmente em viagens mais longas. É legal porque tem sala, quarto, banheiro e, principalmente, mini cozinha toda equipada. Assim, dá para economizar bastante com alimentação, já que é só passar no mercado e fazer a própria comida. Para quem está com criança então - minha irmã -, é ótimo.

A diária custou 200 e alguma coisa. A localização é boa. Apesar de não ficar a beira-mar, é uma caminhada que dá para fazer tranquilamente. Lá, só não tem café da manhã, e de lazer, pode contar com uma piscina delicinha e um bar. O ambiente é bem familiar, tem uma pegada de vila mesmo. Minha mãe até fez amizade com a vizinha! Ela até nos chamou para o show de Henrique e Juliano que ia rolar por lá. Uma pena, os filhos dela eram gatíssimos....

 

Logo no primeiro dia de passeios, visitamos o resort que ficamos no nosso primeiro carnaval em Porto. Ele costumava ser um verdadeiro parque aquático, animado e com muita gente bonita. Porém, tudo que encontramos depois de dez anos foi um lugar decadente. Que seja, tinha piscina e tobogã. Haha.

Fomos ao famoso Axé Moi no dia seguinte. Para falar a verdade, foi meio sem graça. Se você estiver com sua turma, é muito legal para dançar e participar das brincadeiras. Só que eu estava com meus pais e uma irmã pequena, aí nem eu nem minha prima nos animamos. Preferimos ficar na praia mesmo, comendo tranqueiras e meus pais bebendo cerveja cara. A propósito, tudo é caro. Sequer tomei banho. Sem ofensa, sou acostumada com as praias quentes daqui de Maceió, por isso, não é todo mar que me atrai para um banho não.

Estava tudo ótimo até meu pai, minha prima e minha irmã ficarem doentes. Até para o hospital ela foi! Bom, pelo menos aproveitamos a piscina do hotel.






Acreditam que meu pai separou um dia só para ir a Santa Cruz Cabrália tirar uma foto no Campo Bahia, onde a Alemanha ficou concentrada na copa. Sim, ele é meio louco. Tudo bem gostar das terras germânicas, mas eu sou a única que acha que ele exagera? Não, eu não sou.

A propósito, fiquei impressionada com o lugar. Era muito longe e escondido. Tinha que pegar balsa, estrada, um monte de coisas. Devia dar um trabalhão para eles ficarem viajando para lá e para cá nos jogos. E só para passar um dia aí, tem que desembolsar quase R$ 2000.  Pelo menos deu certo, né? 7x1.


 


Fotos tiradas, demos meia volta e visitamos uma feirinha de artesanato dos índios Pataxós na praia de Coroa Vermelha. Não levei nada, mas tem muitas coisas bacanas de decoração e utensílios para a casa, além artigos para salvar o turista, como chapeis, roupas e trajes de banho. A região também conta com umas estátuas indígenas bem interessantes para tirar fotos.


Vocês sabiam que foi lá na praia de Coroa Vermelha que Pedro Alvares Cabral chegou com sua galera e fez a primeira missa do Brasil? Dizer que Cabral descobriu as nossas amadas terras Tupiniquins certamente é um erro, mas é óbvio que tudo mudou com a chegada dos portugueses, por isso a praia de Coroa Vermelha é tão importante. Como curiosa que sou, fiquei me perguntando como era nossas terras quando ainda eram chamadas de Pindorama. É por isso que amo história, mesmo que esse assunto do descobrimento ainda não seja meu favorito.

Vou parando por aqui porque o post já está enoorme. Não se preocupe, em breve vai ter post de Trancoso, Morro de São Paulo e Salvador. Ah, eu amo a Bahia!

E vocês, já foram para Porto Seguro? Querem ir? Me contem!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Universodades

fuck, shit, and test image

A vida dá voltas e acaba entrando em brechas que você jamais pensou entrar. É como as leis, com seus buracos e interpretações. Acredita que tem gente que ganha dinheiro com isso? Não acredito que vou estar no meio dessa gente. Realmente, há mais coisas entre o céu e a terra que nossa vã filosofia. Vou contar o que aconteceu comigo, porque ninguém entendeu, e na verdade eu também não.

Não faço ideia onde vou chegar com tudo isso, é só uma reflexãozinha de caloura. Nossa, é tão estranho ser chamada de caloura. Usar esse linguajar me parecia tão distante e de repente, é minha realidade.

Ano passado passei na federal em jornalismo e queria muito ter ido estudar lá. O problema? Eu ainda iria começar o terceiro ano. Na minha cabeça, eu achava que deveria ter ido atrás de uma liminar, sei lá, não tem gente que consegue fazer faculdade antes do tempo? Então, eu deveria pelo menos tentar. Só que eu estava lá na Bahia com meus pais e além disso, eles não deram a mínima por eu ter passado no vestibular. Ou seja, perdi a vaga.

No início, parecia o inferno. Ressentimento, pressão, piadinhas... Era como se aquela aquilo nunca tivesse acontecido. Nunca fui uma aluna exemplar, quer dizer, apesar de ter sempre as melhores notas, nem eu sabia de onde elas vinham. Mas dessa vez foi diferente, eu realmente joguei a toalha. Eu fui uma idiota. Não sei como não peguei nenhuma recuperação, depois de brigar com professores, perder provas, ir para a direção, dormir, ler, escrever, desenhar, e fazer qualquer coisa na aula menos estudar, ou simplesmente não aparecer lá.

Tudo isso começou por raiva mesmo. Depois, como sempre, ela passou. Aí já era tarde demais para fazer alguma coisa. Fazer o quê? No meio dessa confusão, uma greve de sei lá quantos meses começou, e foi aí que percebi que tudo isso era o universo me dizendo para não ir para uma universidade pública. Será? Ah, esse universo...

Chegou o dia do ENEM. Zero preparação. Já tinha conseguido convencer meus pais que a particular era a melhor opção e, apesar de me sentir super desconfortável com a ideia de fazer eles pagarem faculdade para mim, fui fazer o exame tão leve quanto uma pluma. Estava ali só por diversão. É, eu amo fazer provas de múltipla escolha, me julguem. Para mim é como um daqueles joguinhos legais de perguntas e respostas ou um teste da Capricho. Vai saber, tem doido para tudo.

O primeiro dia foi uma delícia. O segundo também, se não fosse a redação. Céus, tema perfeito. O problema era eu mesma, é incrível como consigo ser tão ruim com provas de redação. É o meu timing, sei lá. Poxa, era minha obrigação fazer algo decente. Que tipo de estudante de comunicação eu seria? Não riam, mas o título do meu texto foi "Meta a colher nessa briga, violência não". Na hora, fiquei muito nervosa. Depois, ri disso tudo e achei que não daria em nada até conferir o gabarito. 

Foi aí que pensei que até que daria para alguma coisa. Fazer jornalismo na particular e outro curso numa pública em outro horário. Sendo ambiciosa, pensei em design de interiores ou arquitetura na segunda chamada. Era uma forma de não me sentir tão culpada com tudo isso. Falei para os meus pais bem no dia do vestibular da particular e eles aprovaram a ideia. Nesse, eu sabia que iria passar, porque, convenhamos, qualquer um passa. Só são sabia que seria em primeiro lugar. E não, não postei isso no facebook, se quer saber.

Até que o resultado do ENEM saiu e eu tomei um dos maiores sustos da minha vida.

940 pontos só numa redação que não teve nem rascunho, só um título ridículo. Juro que achei que era um erro. Atualizei a página várias vezes para confirmar, e para a minha surpresa não era mentira. Eu sei que a UFAL não é grande coisa, mas era bizarro ter nota para passar em qualquer curso exceto medicina.

Foi aí que direito entrou na minha vida.

Quer que eu diga a verdade? Esse curso jamais foi uma opção até ter nota suficiente para ele. Nunca foi meu sonho. Direito para mim era um curso de gente que só segue a vontade do pai ou não sabe o que quer. Mas... foi tão tentador entrar nesse mundinho de notas de corte altas que eu simplesmente não resisti.

De um lado, quem me conhece de verdade me achou louca. Por outro, eu dava gostinho para a minha família e eu odiava isso. É claro que meu pai ficou maluco. Ele também fez direito e achou o máximo. O mais engraçado foi que ele passou no vestibular quase da mesma forma. Eu, no meio disso tudo, só quis aproveitar a sorte.

Me senti traidora dos meus próprios princípios, mas fui. Foi por livre e espontânea vontade própria. E o pior, é que eu estou gostando da ideia. Ainda assim, confesso que tenho um pouco de medo. De ser seduzida por isso tudo. Sabe, o dinheiro, o respeito, a segurança. Não quero acabar num escritório ou passar anos desempregada estudando para concursos públicos. Essa não sou eu. Quero apenas entender mais sobre como o mundo funciona, abrir a minha cabeça para ser uma jornalista e pessoa melhor. Estou animada para isso. Ainda desejo com todas as minhas forças trabalhar com jornalismo e esse lance de direito é só um hobbie, no máximo, um plano B. Eu só quero aproveitar a oportunidade que eu tenho de estudar enquanto posso. Só isso. Se der errado, deu. Eu tranco, largo, sei lá. Eu só quero tentar.

Não sou muito de pensar no futuro. E se já achava irracional planejar cada passo, agora não tenho dúvidas. Sabe esse script que você escreveu? Joga fora. Ele não serve para nada. Sabe todas as suas certezas? Joga fora também. As vezes a gente não sabe muito bem o que fazer, mas jura com toda certeza do mundo sobre o que não vai fazer. Nunca. Nunquinha. Nunca paguei tanto a língua. Isso é de todo ruim? Claro que não. É só... a vida sendo a vida e seres humanos sendo seres humanos.

Não estou escrevendo aqui por ter passado no vestibular. Estou aqui para jogar conversa fora, contar minha história, salvar meus sentimentos, sei lá. Estou aqui para falar da vida. De como ela é louca, surpreendente, e as vezes, injusta.

As vezes me sinto mal por ter tido tanta sorte. Como falar sobre justiça se eu mesma só estarei lá porque o mundo é injusto? Como você se sentiria depois de conseguir o que tanta gente luta tanto depois de um ano de vadiagem? O que será que meus amigos pensam? Aqueles que estudaram de verdade? Aqueles que realmente queriam aquilo? Aqueles que não levam isso como um mero passatempo? Aquele que não tem papai e mamãe para pagar uma particular? Que justiça é essa?

Eu não sei. Mil perdões, mas lá vou eu. Não é culpa minha ter sorte. A vida dá voltas e sempre acaba me levando para os lugares certos. Tenho até medo do quanto o universo é bom comigo. Talvez nada disso estaria acontecendo se eu não tivesse perdido a vaga ano passado. O que me faz pensar na bobagem que tudo tem um porquê. Destino? Pff. É que tudo tem um lado bom e ruim, o lado ruim já passou e agora estou com o lado bom. Porque só passei naquela maldita prova porque eu não me senti pressionada, e eu só não me senti pressionada porque eu não havia estudado, e eu só não estudei porque não tinha cabeça depois de ficar puta com meus pais, e eu só fiquei puta com eles porque perdi a vaga. Entendeu?

Tá, e o que vocês tem a ver com isso? Na verdade, nada. Se você passou no vestibular, me chame para a festa. Se não, não fique achando que é burro por isso. Dessa vez não deu, só isso. Talvez você não tenha tanta facilidade de aprender, talvez se pressionou demais, talvez não estava num bom dia... Eu sou a prova viva de que o ENEM não mede inteligência, o que, na verdade, me faz ter muito medo da faculdade. Enfim, vai dar tudo certo. Uma hora ou outra. E talvez "dar tudo certo" não seja exatamente o que você está imaginando.

Ah, é só a vida sendo a vida. Trotes do universo.

Lanchinho de comemoração com os amigos. <3
Gostaram do resultado do ENEM?  Passaram no curso que queriam? E vocês que já fazem faculdade, como vocês passaram? Quero histórias nos comentários!

domingo, 17 de janeiro de 2016

25 fantasias incríveis para você usar nesse carnaval

brazil, girl, and party image

Eu amo carnaval. Passei um tempo meio traumatizada com a época depois que fui assaltada num bloco, mas isso passou. Adoro frevo, axé, samba, sair com a minha família e amigos... Ah, adoro. Uma das melhores partes disso tudo é me fantasiar, espero o ano inteiro para ser outra pessoa por um dia. Nas prévias do ano passado, improvisei uma de hippie. Já para o trote do colégio (R.I.P. terceirão) fiz o meu cospobre de Elsa. Eu ia até mostrar por aqui, mas não sei onde ela está, quando eu acha-las, faço outro post.

Não sei se vocês lembram (espero que não), mas lá em 2012, fiz um post sobre fantasias de carnaval e até hoje é o post mais acessado do blog. Wow! Como de lá para cá já se passaram quatro anos e mais uma vez estamos perto dos melhores quatro dias do calendário do brasileiro, resolvi fazer um outro post com mais ideias de fantasias para as festas de fevereiro. Tem fantasias de personagens de filmes, séries e livos, fantasias de comida, fantasias empoderadoras, sensuais, engraçadas, originais... E todas bem fáceis de fazer. Veeeem ver!

 

Hermione: Confesso que até hoje ainda não vi nem li Harry Potter, mas sempre simpatizei demais com a Hermione. Esse uniforme de Howgrats é um charme, e além disso, super fácil de fazer. Joga aquele cardigã ou suéter com gravatinha, saia, sapatilha e uma varinha e você já tem sua fantasia.
Orange Is The New Black: Tá todo mundo louco por essa série, né? Se você gosta, junta umas amigas, umas calças e camisas laranjas e algemas e prometo que vocês vão fazer sucesso. Fantasia listrada de presidiária é super comum, mas com essa você vai ficar super diferente.

Katniss: A Katniss de Jogos Vorazes é tão girl power! Além do mais, ela é linda. Para fazer o look dela não tem segredo, joga a jaquetinha, calça preta, botas, trança lateral, arco e flecha e seja feliz.

Velma: Tenho uma amiga que é aloka da Velma de Scooby Doo. Arruma um suéter laranja, óculos, saia plissada laranja, meia e lupa e já é meio caminho andado. Se você já tem o cabelo chanelzinho, ótimo, se não, tem aos montes para vender nessa época e são baratinhas. 


Cangaceira: Cadê o toque de brasilidade nesse post, gente? Vi essa cangaceira moderna no pinterest e não pude deixar de compartilhar. Viu que dá para pegar um personagem batido e transformar numa coisa cool e fresca, com poucos acessórios? Arruma um shorts marrom, cropped ou regata marrom, um lenço e um chapéu - que você até pode fazer de EVA e elástico.

Gladiadora: Essa eu não podia deixar de fora, haha. Aproveita a tua sandália gladiadora que vai até o joelho e usa o resto da roupa para combinar. É trend.

Rey: A mais nova guerreira de Star Wars, o filme mais aguardado do ano passado, também tinha que estar nesse post. Confesso que não é a fantasia mais fácil do mundo, mas se você conseguir, pode ter certeza que vão deixar os nerds de plantão - e nerd por acaso anda em carnaval, Alice? - babando.

 
Amelia Earhart: Se você não sabe quem é Amelia Earhart, ela é simplesmente a primeira mulher a atravessar o Atlântico de avião, além de ter feito várias outras aventuras (<3). Enfim, é só fazer um look de aviadora qualquer. calça, bota, jaqueta e óculos/gorro de aviadora.

Rosie the Riveter:  O famoso poster criado como propaganda de guerra nos Estados Unidos e em seguida transformado em símbolo do feminismo nos anos 80 também pode servir como inspiração para uma fantasia bacana. É super fácil, camisa jeans dobrada no braço, lenço no cabelo, e muita disposição para fazer essa pose em todas as fotos, haha. We can do it!

Flawless: Quem não quer ser diva por um dia? Além de ensinar a milhares de garotas que feminist is a person who believes in the social, political end economic equality of sexes, Flawless é aquele hino perfeito para cantar para os haters, ainda mais se vier junto aquela dancinha. Além do mais, a roupa do clipe é super legal e facílima. Camisa xadrez, colares, short podrinho, meia arrastão e ankle boots. Se você é fã de Beyoncé, ou não, se joga!

Frida Khalo: Li esses dias que Frida Khalo tinha um caráter meio duvidoso. Se é verdade ou não, eu não sei, só sei que a artista mexicana era super estilosa e alternativa, eu adoro. Para ser frida por um dia, arruma umas roupas meio ciganescas, colares, brincos e flores no cabelo. Ah, e capricha na monocelha, faz toda diferença. 


 


Robin Sparkles: Se você é fã de How I Met Your Mother, sabe muito bem quem é Robin Sparkles. Ela é a Robin Scherbatsky na época de estrela teen canadense nos anos 90. Pede aquela jaqueta jeans larga do irmão, saia jeans podrinha, uns colares, meia arrastão e um cabelo bem volumoso. Pronto, já pode cantar Let's Go To The Mall.

Menina do Nemo: Lembra daquela menina que quer levar o Nemo do aquário do dentista? Quem diria que ela daria uma fantasia super divertida, nada óbvia, mas que todo mundo vai reconhecer de cara. Joga uma camiseta, suéter ou cardigã roxo, faz um cachorrinho de lalau, um aparelho falso e uma bolsinha com um Nemo de brinquedo. Super divertido.

Breaking Bad: Comecei a assistir essa série esses dias e tô viciada. Arruma algo parecido a uma roupa de proteção, luvas, máscara e um saquinho com metanfetamina fake. Para o Walter, ponha um óculos e a barba, e para o Jesse, sei lá, um gorro. Fica muito legal!

Harley Quinn: Uma das estrelas do Suicide Squad traz um visual ousado e desafiador. Dá pra fazer algo parecido com coisas que temos em casa, como uma camisa nesse estilo rasgada, shorts, alguns acessórios. Aí é só complementar com a make e o cabelo.


 


Clueless: Adoro esse look de As Patricinhas de Beverly Hills e o mais legal é que dá para chamar as amigas para fazer uma brincadeira com isso. Meias 3/4, saias xadrez, cardigãs... Aposto que você consegue arrumar essas coisas por aí. Arrasa na cara de menina mimada e vai ostentar no bloco, bitch.

Pop Art: Vi várias fantasias e maquiagens inspiradas em pop art, fica lindo, divertido e diferente ao mesmo tempo. É só porcurar no youtube que tem vários tutoriais disponíveis. Aí é só aprender e usar a criatividade.

Black Swan: Se a fantasia de bailarina já é super manjada, que tal investir numa de Cisne Negro? É ao mesmo tempo elegante, fofa e dark. Fora que é fresquinha, perfeito para o nosso clima. É só jogar uma regatinha preta, saia de tule e uma maquiagem poderosa (tem mil tutoriais por aí). E se achar a verdadeira bailarina poderosa.

Meow: Quer uma coisa simples mais matadora? Ok, arruma uma tiara de gatinha e usa a criatividade para montar o resto do look porque aqui temos mil e uma possibilidades.  Corsets, saias, regatas, meia arrastão, luvas, pintura corporal... Vai depender do que você tem no guarda-roupa ou está disposta a comprar. Sempre fica lindo e super sexy, para quem curte essa vibe. O mesmo vale para coelhinha, girafinha, oncinha, tigresa, ratinha, etc.

Jessica Rabbit: Se você é ruiva, já é meio caminho andado. Faz aquela chapinha caprichada, joga o cabelo para o lado arruma um vestidinho vermelho, luvas roxas, põe o sutiã com mais bojo que você tiver e vai com tudo, haha.

David Bowie: 2016 mal começou e já perdemos tantas personalidades, né? David Bowie foi uma delas, e apesar de eu não ter acompanhado muito o trabalho dele (para ser sincera só conheço Under Pressure, com o Queen), sei que ele foi um cara muito importante para a cultura pop. A capa do álbum com o raio pintado no rosto é icônico e uma ótima ideia para uma fantasia, que tal? 



Comida: Já pensou em se fantasiar de comida? Sim, comida! Vi essas opções super fofas e simples e não podia deixar de mostrar. Aqui a grande dica é customizar uma peça que você já tem. Como pintar o vestido vermelho para lembrar uma melancia, colar granulado fake na blusa branca para fazer fantasia de sorvete e bolas de papel crepom para a de pipoca. O legal é que elas são super leves, bem verão. Amei amei amei.

Meu trote do ano passado. Saudades. </3
Então meninas, essas foram as opções mais interessantes que achei por aí nesse mundão da internet, tentei fugir das opções mais comuns e procurar coisas diferentes porém acessíveis. Outra dica é pesquisar no pinterest, além das ideias, você encontra vários tutoriais de roupa, maquiagem, cabelo, acessórios e até unhas. O que vale é usar a criatividade. Ah, não esqueça que a maioria dos blocos ou festas aqui do Brasil são em lugares bem quentes, então não hesite em fazer adaptações por causa do calor. Priorize seu conforto!


E não esqueça de conferir o post lá de 2012, é antiguinho, eu fiz no paint, mas ele tem seu valor, vai! Haha. Lá você encontra opções mais convencionais, além de sites para comprar ou alugar online - e eu juro que não é publi, até porque, confie em mim, nenhuma empresa anunciaria aqui, risos. Confira.

E vocês, gostam de se fantasiar no carnaval? Quais foram as suas preferidas? Contem nos comentários!



quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Uma carta para o último dia de 2016

  

Querida Alice de um futuro não-tão-distante,

Sou você 352 dias atrás, como vai?

Não faço ideia de como você está, eu gosto disso. Estou no meio de uma batalha quase ganha, sem ter dado um pingo do meu sangue. É muito injusto ter sorte? Eu me pergunto. Porque não tem outra explicação. Não vou pagar de boa moça a essa altura do campeonato e dizer que eu não gostei de ter passado na federal em direito depois de tudo o que eu - não - fiz ano passado. É só que, eu não mereço isso, o universo me deu de mão beijada. E isso me faz sentir estranha.

Fala sério, você foi mesmo estudar leis só porque teve pontos para isso? É engraçado porque, a Alice de um passado não-tão-remoto nunca teria cogitado essa possibilidade. Pelo contrário, ela iria ir de nós se disséssemos a ela o que estaria por vir. "Isso é curso de quem não tem personalidade, de quem quer status ou não sabe o que fazer. Pff. "O universo é hilário, e pela quantidade de línguas que já tive que pagar, aposto que você pagou algumas nesse meio tempo, haha.

Enfim, não importa, você não vai desistir dos seus verdadeiros sonhos, assim espero. Me conta como foi em jornalismo, menina! Quero saber de tudo. Tudo mesmo. Lembra como você ficou feliz em saber que passou em primeiro lugar? E mais, seu pai iria pagar seus estudos numa boa, porque ele também ficou feliz e teve orgulho de você. Não se esqueça daquela noite. Já escolheu que área vai seguir? Bem, não precisa ter pressa.

O quanto de alemão/francês/espanhol você já sabe? Eu vou te bater se você acabar o ano sem ter se matriculado num curso de línguas. E quanto dinheiro você já tem, para se mandar quando acabar o curso? Não acredito muito que você vá trabalhar mas é bom dar um jeito de ganhar uns trocados. 

Outra coisa... Desculpa, mas essa eu tenho que perguntar. Você se apaixonou? Não te imagino apaixonada, seria engraçado. Porém, uma parte da Alice do passado acha que seria interessante. Só aquele 1%, o resto de mim é vagabundo. Ah, vocês ainda escutam esse tipo de música por aí? Bom, esquece esse lance de se apaixonar e aproveita teu ano de caloura para aproveitar, se é que você me entende. Eu sei que entende.

Sabe, eu acabei de terminar a última temporada de How I Met Your Mother e estou sensível. É triste demais saber que seus amigos estão se tornando antigos amigos. É bom te imaginar tomando vinho com futuros juízes e indo ao Paulista com os caras legais da comunicação, mas nenhum vai tapar o buraco que ficou quando aqueles que estiveram do seu lado nos momentos mais estúpidos da sua vida disseram adeus. Foi fácil dizer que ainda seríamos os mesmos, mas a vida passa mais rápido que a gente pensa, levando com ela coisas que a gente um dia amou, sem volta. Uma parte de mim ainda tem esperança. Me diz, por favor, tem alguma chance de eu estar errada?

Como é se sentir maior de idade? Ok, eu sei que é a mesma droga, mas me deixa sonhar. Só me diz que conseguiu fazer pelo menos a metade do que prometemos realizar. Por favor.

Será que você é muito diferente de mim? Não sei se eu quero ser tão diferente assim, mas é claro que eu não vou ser mais a mesma pessoa. Ah, crescer é meio bizarro.

Para onde você vai hoje? Por favor, por mim, comemore esse dia. Veja os fogos, brinde, abrace estranhos e seja muito feliz. A Alice do passado ficaria feliz com isso.

Talvez você tenha me esquecido, eu entendo. Mas de vez em quando, se lembre de mim. De quem você era, do que você queria, de quem você gostava. Por favor, me orgulhe. Me surpreenda. Realize meus sonhos. Quer dizer, você e eu ainda temos os mesmos sonhos, certo? Seja feliz. Eu sei que vai ser.
Você já resolveu seu problema com as palavras ou ainda é péssima em textos curtos?
Com amor,
Alice de um passado não-tão-distante.


Esse texto faz parte do projeto Escrita Criativa. Acesse a página do projeto para saber mais.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Rock in Rio: One Republic, The Script, Show de Abertura | #RockInRoad

 
Há 30 anos (quase 31), meu pai pegou um ônibus sozinho e foi ao Rio ver 10 dias de shows de bandas que muitas vezes ele sequer conhecia. Sabe como é, a Maceió dos anos 80 não era como os dias de hoje, não tinha internet. Mas mesmo assim, meu pai ficou sabendo do Rock in Rio, comprou os ingressos - que antigamente eram baratos - e foi lá cantar Love Of My Life, não vaiar o Erasmo Carlos (ele jura que não vaiou!) e tomar banho de lama. E foi por ouvir tantas histórias dele que eu desejei tanto ir para o festival algum dia.

Até que esse dia chegou!

+  Primeiras impressões sobre o Rio de Janeiro


Chegou o dia! Eeee. Saímos cedo do hotel e fomos encontrar uma prima do meu pai lá na Praia do Recreio. Ela iria conosco no primeiro dia. Sentamos num quiosque para um refri e em seguida fomos para o apartamento dela terminar de nos arrumar e almoçar. Ela era chefe de cozinha, yummy.

Só era possível chegar à Cidade do Rock de duas maneiras: BRT ou ônibus executivo. Por mim eu ia de BRT mesmo, mas meu pai achou melhor desembolsar R$ 70 reais por pessoa para ter mais conforto no ônibus executivo, afinal, a gente estava com uma criança e tudo mais. O serviço realmente é infinitamente mais confortável que o BRT, a filha da outra prima do meu pai chegou até a passar mal lá. Mas na boa, a não ser que você tenha um bom motivo para gastar R$ 70 reais, vai na muvuca mesmo que não mata.

Lá para as 15h pegamos o ônibus no Shopping Recreio e foi tudo tranquilo. Ele nos deixou bem pertinho da Cidade do Rock e a fila era mínima. Finalmente, estávamos no Rock in Rio!
 

Minhas primeiras impressões foram as melhores. Tudo lindo, tudo limpinho, grama sintética, gente bonita, gente estilosa, good vibes... Só esqueceram de avisar aos funcionários onde as coisas ficam, pois passamos mais de hora procurando onde ficava o guarda volumes que meu pai tinha alugado. Só depois de muuuito tempo conseguimos achar. Tá aí outra coisa que também não tinha tanta necessidade de gastar dinheiro. Não lembro quanto foi, mas sério, só precisa gastar com isso se você estiver carregando uma verdadeira mala. E na boa, qual a necessidade de levar uma mala para um lugar como esse?



Quase antes de desistir de procurar o guarda volumes, estendemos nossa canga e marcamos um lugar bom para ficar. A não ser que você chegue de noite, relaxa, dá para pegar ótimos lugares tranquilamente. Até bem pertinho do palco, se você quiser. Então é só sentar e esperar seu show começar. Leva uma comidinha para fazer um piquenique no pôr do sol carioca. É uma delícia.

Mas antes não esquece de dar uma passeada nos stands e lojinhas de lá, além da Rock Street - que eu nem fui. Tem muita coisinha meio caras, mas bonitinhas, além de brincadeiras, jogos, brindes e outras coisas que os patrocinadores preparam em seus stands. Também vale ficar na porta dos camarotes esperando algum famoso, haha. Já os brinquedos... lamento informar, é quase impossível dar uma voltinha. Só a fila para entrar na fila é quilométrica. Haja paciência.

A comida e a bebida é cara como em qualquer outro show. Cerveja 10 reais, refri 8 e um copinho de água, 5 reais. A alternativa é levar a água - ou encher a garrafinha nos bebedouros de lá - e a comida. Já a cerveja, só comprando lá mesmo, se você quiser tomar umas.




Ainda demos uma entrevista para o G1, meus amores! Pois é, eu fui dar uma voltinha com o meu pai e quando voltei, a jornalista estava lá esperando ele para uma entrevista por ele ter ido ao primeiro Rock in Rio e ter voltado 30 anos depois com a família. Ela me entrevistou também, e o pior de tudo foi ela ter escrito que eu tinha dito que minhas amigas estavam com inveja por eu estar lá. De onde ela tirou que eu disse isso? Haha. Para acabar de completar, ela ainda escreveu o nome do meu pai errado.

O legal disso tudo? Eu me vi ali nessa situação. Não escrevendo as coisas erradas numa matéria - haha - mas cobrindo um evento daquele, procurando histórias para contar. Cada vez que vejo esse tipo de coisa, tenho mais vontade de virar jornalista.



O palco mundo literalmente se abriu com fogos. O frio na barriga começou já nos primeiros acordes do medley de Bohemian Rhapsody do Queen com o tema do Rock in Rio. O show de abertura dos 30 anos de festival, sinceramente, não teve nada demais. Mas é só jogar no palco o melhor da música brasileira - ainda viva, claro - que passou por lá desde 85, cantando seus hits, para a festa ser feita. Foi muito legal poder ter amostras grátis de artistas como Ivete Sangalo (que os rockeiros me perdoem, mas não vi ninguém parado quando ela começo a cantar), Blitz, Dinho Ouro Preto, Skank (amo!), Titãs, Paralamas... Cantei e pulei feito uma louca.

Os shows no Palco Sunset começaram lá pelas 15h mas o único show de lá que eu estava afim de ver mesmo era o tributo à Cássia Eller, o último. Deu certo? Não muito. Até consegui arrastar minha mãe comigo até o Sunset junstamente na hora que o Nando ruivo Reis estava no palco. Mas parece que ele foge de mim, viu? Porque de tanta gente, só conseguimos chegar lá quando ele parou de cantar. É a terceira vez que não consigo ver o ruivinho mais amado do Brasil.


De volta ao palco mundo, The Script. Me surpreendi ao saber cantar metade do repertório da banda da qual, honestamente, eu nunca tinha ouvido falar. Dei um jeitinho até com as que eu não conhecia, aprendi na hora e cantei a plenos pulmões como se deve ser!

One Republic foi a segunda banda mais esperada por mim. Não que eu seja grande fã, mas gosto bastante de algumas músicas, sem falar de Counting Stars, que acabou marcando toda uma época da minha vida. E mais uma vez, cantei, pulei, me emocionei, me acabei. Nem sabia que conhecia tantas músicas do One Republic! Depois até vi o show pela TV e não achei isso tudo, mas lá a coisa muda completamente de figura. Amei.


Depois veio o grande momento: o show do Queen + Adam Lambert. Porém, tenho tanta coisa para falar sobre isso, que tive que deixar para um post a parte.

Alguém aqui já foi para algum Rock in Rio ou outro festival de música? Tem vontade de ir? Me contem!


domingo, 10 de janeiro de 2016

Cinema: Lançamentos de Janeiro


Janeiro, tempo livre e sem nada para fazer?! Que tal um cineminha com os amigos ou sozinho? 2016 está recheado de grandes produções e no primeiro mês do ano já podemos conferir algumas delas. E inclusive alguns filmes são possíveis ganhadores do Oscar e do Globo de ouro 2016. Então, prepare o dinheiro e a pipoca para conferir as melhores produções que Janeiro tem a oferecer.

Os Oito Odiados

No novo filme de Quentin Tarantino, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma fugitiva valiosa durante uma forte nevasca. Durante o trajeto, eles são abordados pelo caçador de recompensas, Marquis Warren (Samuel L.Jackson) e por um Xerife prestes a ser empossado, Chris Mannix (Walton Goggins) que pedem ao carrasco uma carona e são aceitos com certa desconfiança. Mais adiante, a nevasca se agrava tornando o caminho difícil de prosseguir e eles decidem se abrigar em um armázem, onde já se encontram outros quatro personagens desconhecidos. Os oitos odiados já está em exibição nos cinemas e recebendo boas críticas.    


O Bom Dinossauro

A nova produção da Pixar enfrentou atrasos e problemas por causa da mudança de diretor e roteirista. Mas, finalmente O Bom dinossauro chega aos cinemas brasileiros e traz consigo a ideia de: "E se a terra não fosse atingida por um asteróide?" para contar a história de um dinossauro adolescente chamado Arlo que se perde de sua família durante um dilúvio e conhece um amiguinho um tanto inusitado: um humano com características comportamentais de um animal selvagem. Ambos terão uma longa jornada para encontrar o caminho de casa e longos desafios a enfrentar. O Bom dinossauro já pode ser visto nos cinemas desde de o dia 7 e já possui uma crítica aqui no pequena aventureira.
  


A Grande Aposta

Esse é forte concorrente ao oscar de melhor filme e apresenta um elenco com figuras carimbadas de indicação de melhor ator da acadêmia, como Brad Pitt e Steve Carell. A trama traz como pano de fundo a crise econômica enfrentada pelos Estados Unidos em 2008 e a ideia de Michael Burry (Christian Bale) em apostar muita grana na quebra do sistema imobiliário americano. Ao perceberem que a possibilidade disso era real, Jared Vennett (Ryan Gosling) junto ao seu cliente Mark Baum (Steve Carell) decidem investir na queda imobiliária e enfrentar a ganância e a imprudência dos bancos. O longa é dirigido por Adam Mckay (de Tudo por um furo) e estreia no Brasil no dia 14 de janeiro. 



Creed: Nascido Para Lutar

Rocky Balboa (Sylvester Stallone) está de volta, só que dessa vez fora dos ringues, pois agora a nova estrela da luta é o filho de seu grande rival Apollo Creed, Adonnis Johnson (Michael B. Jordan). A missão de Rocky é transformar o garoto em um grande lutador enquanto enfrenta um oponente fatal nunca antes enfrentado no ringue. Creed chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de janeiro.   
  


Snoopy & Charlie Brown - Peanuts, O Filme

Para a alegria dos fãs do Snoopy, no dia 14 de janeiro lança nos cinemas brasileiros a adaptação cinematográfica de Snoopy e Charlie Brown. Na animação, o Beagle Snoopy enfrenta o seu arqui-inimigo, barão vermelho enqaunto Charlie parte em busca de conquistar uma nova garota que surge. O longa comemora os 65 anos da história em quadrinho.



Steve Jobs

Protagonizado por Michael Fassbender, Steve Jobs mostra a vida do cofundador da apple por uma nova perspectiva dividida em três momentos: o lançamento do computador Macintosh, em 1984: da NeXT, em 1996 e do Ipod em 2001. Assim como apresenta ao público suas relações pessoais com as pessoas com quem trabalhava como Joanna Hoffman (Kate Winslet), Steve Wozniac (Seth Rogen) e Jonh Sculley (Jeff Daniels). A biografia  mais recente de Jobs será lançada no dia 14 de janeiro.
   


A Quinta Onda

No futuro, a terra sofre uma onda de ataques de alienígenas. Na primeira, um pulso acaba com toda a eletricidade do planeta. Na segunda, um tsunami gigantesco mata 40% da população munidal. Na terceira, os pássaros passam a transmitir uma doença viral que extermina cerca de 97% dos que resistiram ao ataque anterior. Na quarta onda, os próprios alienígenas se infiltram na populaação se passando por humanos para acabar com o resto. Com a Iminência da quinta onda, os humanos restante, como Cassie Sulliver, vivida pela Chlöe Grace Moretz, terão que ter muito cuidado em quem confiar. A quinta onda é baseado no livro homônimo do escritor Rick Yancey e será lançado dia 21 de janeiro no Brasil.       



Joy: O Nome do Sucesso

Sabe o "Magic Pop" (o esfregão mágico)? A criadora dele é Joy Mangano, vivida pela queridinha de Hollywood: Jennifer Lawrence. Nessa biografia, Joy tem que conciliar sua vida de inventora ao ganhar milhões e administrar suas patentes com a vida de mãe solteira. O filme conta com a presença de Bradley Cooper, com quem JLaw atua pela terceira vez após O Lado Bom da Vida (2012) e Trapaça (2013). Ademais, o diretor desses dois últimos filmes citados, David O. Russell, também dirigi o longa da inventora. Joy: O Nome do Sucesso estreia dia 21 de janeiro nos cinemas.



Pai em dose dupla

Nessa comédia de trailer super divertido, Brad (Will Ferrel) é um padrasto que vai ter muito trabalho em agradar seus enteados quando o pai deles, Dusty (Mark Wahlberg) decide reaparecer e reconquistar a atenção dos pequenos. A disputa é inusitada com beijos, abraços, $ 20 antes de dormir e até praticar esportes radicais e dar brindes caros às crianças. O trailer me arrancou várias risadas com cenas hilárias e trouxe na trilha Highway to Hell do AC/DC que eu adoro! A comédia estreia dia 28 de janeiro e acredito que vai ser muito bom.
  


Spotlight - Segredos Revelados

Baseada em uma história real, Spotlight mostra um grupo de jornalistas de Boston em busca de relatos e registros de abusos contra crianças cometidos por Padres locais descobertos pela igreja e que não sofreram punição alguma. A trama mostra os diversos problemas do grupo em encontrar fatos, uma vez que a igreja ocultava os casos e transferia os culpados para outras cidades, Compõem o elenco Michael Keaton que concorreu ao Oscar de 2015 por Birdman e Mark Rufallo, famoso por ser o intérprete do Hulk. Já nos cinemas!



E você vai querer ver qual nas férias? A gente quer saber!


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Filme: O Bom Dinossauro


Ontem fui ao cinema com a minha irmã ver a estreia de "O Bom Dinossauro", a mais nova animação da genial Pixar, que com certeza marcou presença na sua infância com filmes incríveis. Dessa vez, fomos ver o desenho sobre uma duplinha, no mínimo, curiosa. Um pequeno humano animalesco, meio selvagem, meio de estimação, com um dinossauro teen medroso. No que será isso iria dar?


Toda essa ideia partiu da indagação: "E se o asteroide que extinguiu os dinossauros tivesse errado o alvo? Quem viveria na Terra?", o que me fez imaginar uma espécie, sei lá, de distopia infantil interessante. Porém, parece que isso foi só desculpa para juntar animais pré-históricos e humanos. Pensei que eles pensariam em como os dinossauros haviam evoluído ou quais as grandes mudanças haveriam, mas a única coisa que notei nesse sentido foi que a agricultura foi desenvolvida do mesmo jeito, só que com outra espécie. No mais, o clima parecia como um filme de pré-história qualquer. Com um pouquinho mais de criatividade, dava para fazer uma viagem muito doida com essa premissa.


Ok, depois da primeira decepção, vamos à trama. Arlo é o caçula da família de dinossauros camponeses e sofre por ser ofuscado pelo irmão mais forte e a irmã mais esperta. Ele é medroso e tenta de todas as formas vencer seu medo. Seu pai então resolve ajudá-lo, mas uma tragédia acaba acontecendo e ele se sacrifica para salvar o filho. No meio dessa turbulência na vida de Arlo, ele se perde e um garotinho humano aparece na vida do dinossauro. Spot acaba virando um grande amigo de Arlo e juntos eles tem a missão de encontrar o caminho de volta para casa, tendo que enfrentar todos seus medos.


Não sei se deu para perceber só com a sinopse, mas alguém também sentiu aquela sensação de já ter visto algo parecido antes? Pois é, também senti isso. Parece uma mistura de Valente, Procurando Nemo, Rei Leão, Irmão Urso e Mogli. Não que isso seja necessariamente ruim, só mostra que "The Good Dinossaur" talvez não tenha tanta personalidade assim.

Apesar da história ser boa, ela meio vaga. Quer dizer, o filme é bem sensível e traz uma mensagem legal sobre família e tudo mais. Ele emociona bastante e é até engraçadinho, só não empolga, não marca. Sei lá, falta alguma coisa.


O protagonista Arlo é simpático, mas quem rouba a cena mesmo é o garoto Spot. Indo contra muitas críticas, para mim, a comunicação - ou a falta dela - entre Arlo e Spot foram um dos pontos altos do filme e onde notei um bom toque de sensibilidade. É que Spot não fala e o jeito que eles encontram de se comunicar - com uivos, olhares e demonstrações com gravetos - rendem grandes momentos de fofura. Lembra a relação de um ser humano e um bichinho de estimação mesmo, quer dizer, na verdade isso fica bem explicito. Principalmente quem tem cachorro ou gato, vocês vão soltar muitos awwns.


Se a trama não fez jus as expectativas, talvez pelas tretas internas e mudanças na direção e roteiro, o cenário ficou impecável. Fico impressionada a cada nova animação que vejo, tanto que poderia chorar de tão lindos e bem feitos que são os cenários. "O Bom Dinossauro", em especial, chamou atenção nesse ponto. Inspirado no bom e velho wild west americano, eles conseguiram captar o lugar de forma mais que perfeita. As águas, as luzes, a vegetação... Nossa, de tirar o fôlego. Se isso não for classificado como arte, eu nem sei o que é mais.

Tudo é lindo, até chegar nos dinossauros principais. Gente, que bichinho mais feio e basiquinho! Esse contraste entre o realismo e o jeitão de cartoon da família protagonista com certeza foi proposital e é até engraçadinho, mas ainda não sei se gosto.



É aquele tipo de filme bom, mas que não marca, sabe? Não sei se pelas expectativas altas demais ou o quê. No entanto, não é por isso que o filme seja ruim. É fofo, é engraçadinho e pode ser até que te faça chorar. Só não tem a força de outras produções da Pixar. De qualquer forma, aproveita as férias e vai conferir, afinal, não custa nada levar o irmãozinho, a sobrinha, o priminho ou sei lá, o filho (alguém que lê meu blog já é mãe?), para o cinema uma vez na vida, vocês vão gostar. Principalmente as crianças, pois, diferente de outras animações recentes, os momentos mais adultos são mais raros. O mais significante que eu lembro agora são as frutinhas alucinógenas, foi hilário. Ah, não esquece de procurar os easter eggs, tem muitos!



Tô começando a gostar dessa coisa de falar de cinema aqui no blog (e o Vebê também!), vocês estão gostando? Já viram "O Bom Dinossauro"? O que acharam?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Estrada e primeiras impressões sobre o Rio de Janeiro | #RockInRoad

 
Quem não ama road trip? Seu disco preferido no rádio do carro, a estrada passando, as paisagens mudando, aquela paz, olhar para a janela e ter a sensação de estar em um videoclipe... Ok, ok, muita gente odeia. Mas eu amo! Tudo bem que sou suspeita para falar, eu e minha família sempre viajamos de carro. Só ano passado, fizemos duas. Essa, no entanto, foi especial.

Foi por causa do Rock in Rio que embarcamos nessa road trip, que no início seria só para o festival. Quando meu pai soube que ira rolar Queen (♥) e Rod Stewart, foi logo olhando o calendário para ver se dava para ir. Compramos os ingressos e até aí ficaríamos só o final de semana dos shows, até que depois ele conseguiu tirar férias bem na época e pudemos alongar a viagem. Então, incluímos no roteiro Campos do Jordão, São Paulo (com direito a show da Katy Perry), Curitiba, Beto Carrero (para a sis) e Blumenau bem na Oktoberfest. Passamos quase um mês viajando. Oba!

Look de viagem: conforto em primeiro lugar. Sim, isso é um banheiro de posto, dá para acreditar?
Sis <3
Dessa vez até minha mãe e minha irmã foram. E o melhor, elas estavam super animadas. Então, colocamos nossas (muitas!) malas no carro e nos mandamos. Foram uns dois dias e meio de Maceió ao Rio, dormimos em duas cidades, uma na Bahia e outra no Espírito Santo. Ah, como eu queria rever essa cidade maravilhosa! Já visitei o lugar há oito anos atrás e queria muito voltar.
Acho que tinha alguém um pouco obcecada com a cor do cabelo no sol e com filtro.
Em algum hotel de posto no Espírito Santo...
Fomos direto para o hotel, que ficava bem pertinho dos Arcos da Lapa e da Escadaria de Santa Teresa. A região é bem central e apesar de terem dito que os arredores eram perigosos e aparentarem ser bem esquisitos de noite, fomos várias vezes ao mercado - que não era tão perto assim - bem tarde, a pé, só eu e minha mãe e nada aconteceu. O bairro só me pareceu bem boêmio rhapsody, com um jeitão de coisa que gringo mochileiro gosta. Talvez por ser uma alternativa mais em conta em relação aos hotéis dos bairros badalados como Copacabana, Ipanema e Leblon. 

Ficamos no Hotel Viña del Mar e não tenho nada do que reclamar. Pagamos R$ 315,00 a diária por um quarto quádruplo bem bacana, pois ele era dividido em dois. Ideal para quem quer rachar o quarto mas não perder tanta privacidade. Não que isso faça tanta diferença para a gente, já estamos acostumados a dividir quartos, foi só uma coincidência. Dava para notar que o prédio era bem antigo, mas reformado e em bom estado.

Criança feliz.
Depois de nos instarmos no hotel, fomos a pé mesmo buscar nossos ingressos nas Lojas Americanas. E pqp, que fila da bubônica foi aquela? Mas deu tudo certo. Pegamos nossos tickets e fomos comer alguma coisa por ali mesmo. Não lembro o que eu comi nem nada, só lembro do suco de goiaba horroroso que eu pedi. Sério, nessa viagem não tive sorte alguma com os sucos de goiaba, o meu favorito. Pelo jeito só Maceió sabe fazer um suco de respeito porque em todos os outros lugares que provei, eles tinham gosto de remédio, argh.

Ok, fim do desabafo, hihi. Eu estava louca para visitar o Rio, mas acabamos voltando para o hotel, pegamos o carro e rodamos mais de 40 km só para dar uma passadinha pela porta da Cidade do Rock - que obviamente estava fechada. Enfim, coisas do meu pai, vai saber.

De noite, fui ao mercado com a minha mãe e lá eu descobri como Maceió é barata. Ou o Rio que é caro demais? Me assustei demais com os preços, Zeus me livre!

+ Saiba como foi o primeiro dia de Rock in Rio

 

É isso, pessoal. Esse post foi só para contar como foi minha viagem e a chegada no Rio. Eu nem ia fazer um post para isso, mas queria deixar registrado e sei lá, mostrar essas fotos em algum lugar. Em breve os posts do Rock in Rio e das outras cidades que visitei.

E vocês, gostam de uma viagenzinha de carro? Contem nos comentários!